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Search results for 'ALCA' Page #5

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...Sobrando pata e cavalo ante a falta das lonjuras!!!

Uma saudade se alça junto às retinas campeiras,
Que em meio à polvadeira vão sufocadas de ausência...
O
forquilha é baladeira
 
A língua ferina mingua
A sina de quem mora
Em cima da alça da mira
Nos cincos mistérios do terço
Me perco no apreço
No colo de quem
calça
sem alça e pa
Ela causa, ela é causa, ela é balsa, ela é valsa 
 e será que você pode me dar a honra do próximo mar 

Ela é Petrificante 
Medusa ao
Mc's mentirosos bebendo essa moda
Enforca esses cara com a alça da mochila da moda
Dente falso, cordão falso, rap falso é tudo falso
Porra !
Na quebrada
meus segredos...


Meus segredos são tão simples,  e tão meus...
São templados de boas vindas, e de adeus...


Quando um sonho busca a volta e alça
O índio quando é borracho
Alça a perna e se espalha
Mesmo criado na lida
Faz fiasco e se atrapalha.
esperar pra quando você voltar

Carros importados e do outro lado
Barrigas famintas, famílias extintas

Barracos são casas casacos sem alça
frio que não
em pé e põe-te alerta, eia, pois,
que surge o Sol!

Guarda, vê a luz nascente
anunciando o jubileu;
Alça a voz, alegremente, faz vibrar o
próprio céu.
refazer as cores da pandorga,
vou remendar o que o vento desfez,
quando volver um outro dia desses
irei alça-la ao céus, mais uma vez...
Submergindo as águas 
Coelho Banguelo alça vôo 
Com seu sorriso que vale boldo 
Bolso cheio de notas
Com ré mi fá sol la si
Ó nois aqui de novo
Here
e puxa todas minhas alças
Fala que eu sou zica e desce o zíper da minha... Calma
Sinto arrepio no fundo da alma

De novo ela fala que jura
De novo eu
Pemba no chão risca risca 
Tem que ter coragem pros verso risca 
Nesse chão onde piso descalça
Esses mano não me leva na alça 
Focada na caça, onça
não pode confiar, quem deveria nos proteger, quer nos matar...
É tipo ter uma alça sem mala
Eles não servem p nada 
Quer me recuperar tentando me
Anacromismo errante de um amanhã que mastiga o vento e alça vôo, como uma Fênix Popular. No eco desse vão do presente, nessa cidade de grades e sonhos, imagino
concentrados na essência

De pai pra filho, olho no olho um do outro
É lindo quem segue o trilho, qual domador e seu potro.

Depois do cacho alça a perna bem
As marcas das alças é o distintivo
é a prova que eu vivo co´a gaita nos braços
a minha bombacha é sinal de amizade
é a identidade por onde eu passo
O chapéu e
Chove a chuva
banha-me inteira


alçá-la ao vento
vira deslumbramento


de beleza pálida
rara menina flor
Clara
deve tá me perguntando
o porquê dessa
alças peroladas, moedas de ouro, colares, coroas
Espelhos, rendas, cartas
Coisas que pesam
Prefiro navegar sem âncoras
Tudo que o universo conspirou pode
Eu também virei, só que eu tô sem alça
Quero ficar bem, quero algo que me realça

E tem tanta treta (ya)
A chapa esquenta (yeah)
Nem é o problema (ya)
Um rafeiro, um podengo, um labrador
As alças da mochila nos ombros
Trago o que eu vi no suor, no calor 
Uma câmera compacta digital
Vasco da Gama em
Razões do meu semblante

Quando guri
Buscando aprender o ofício da lida
Agarrado na alça do basto
Desconfiado da vida
A saudade aumenta
Em lembranças
mão no rolê, anos se passaram e eu não canso de dizer
Que eu seguro sua mão no rolê, só troca pela alça do carrinho de bebê
Me deixa cuidar de você,
não sabe o que tem no meu inventário

Pode ter medo de mim, as vezes eu tenho até um medinho também
Andando com as alças da mochila na mão
Indo a favor
próprio tempo
No devaneio das horas
E o Biguá a beira rima
Alça voo e vai embora

O balseiro é o poeta
Em seu remo diretriz
Escreve aquilo que pensa
Nem

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