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A última valsa 
Me alça 
No astral 

A espiral é de fumaça 
E o pensamento é de cristal
caminho do fogo é a água
O caminho do barco é o porto
O do sangue é o chicote
O caminho do reto é o torto
O caminho do bruxo é a nuvem
O da nuvem é o
não olhe pra trás 
Olhe por onde anda 
Faça o que o coração manda 
Diga como é que se sente 
Levante-se siga em frente 
Faça o que está fazendo
É o pau, é a pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um
Ondulado e permanente 
Teu cabelo é de sereia 
E a pergunta que não sai da mente 
Qual é o pente que te penteia 
Quando tu entra na roda 
O teu
É o pau, é a pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um
Sem você
Sem amor
É tudo sofrimento
Pois você 
É o amor
Que eu sempre procurei em vão
Você é o que resiste
Ao desespero
E à solidão
Nada
Cá fhad é ó 
Cá fhad é ó 
Siúl tríd na stoirmeacha. 
Dul tríd na stoirmeacha. 
Cá fhad é ó 
an tús don stoirm. 
Cá fhad é ó 
an tús go
é a água
Assim como
O caminho do barco é o porto
O caminho do sangue é o chicote
Assim como
O caminho de reto é o torto
O caminho do risco é o
Outrora, só cabeludo
Agora, o menino é tudo de novo no front
Outrora, só rebeldia
Agora, soberania na noite neon

Outrora, mera fumaça
Agora,
Hoje é o dia do Santo Reis
Anda meio esquecido
Mas é o dia da festa do Santo Reis
Hoje é o dia do Santo Reis
Anda meio esquecido
Mas é o dia da
É o pau, é a pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um
É o pau, é a pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um
Nada de mais
Velhos sinais
Sobre a paisagem

Planos gerais
Rastros atrás
E avante, a estrada

Mas pra sacudir levante
Mais puro é o amor
Que não é o que não pode ser que
Não é o que não pode
Ser que não é
O que não pode ser que não
É o que não
Pode ser
Que não é
O que não pode
meu amado
Com força, amor eE o meu corpo fechado
E o meu corpo fechado
E o meu corpo fechado
E o meu corpo fechado
E o meu corpo fechado
culpa, meu degredo
Pão seco de cada dia
Tropical melancolia
Negra solidão

Aqui é o fim do mundo
Aqui é o fim do mundo
Aqui é o fim do mundo
amor da colombina
E na esquina se mata a beber pra esquecer, pra esquecer

E o Pierrot só queria amar
E dar um basta a esta dor já sem fim
Mas colombina
meus amigos dizem
Que é melhor eu relaxar

Mas ela é o ô-ô da minha canção
É o meu verso e o meu refrão
Hoje é só dela o meu coração

Ouô uô, ouô
e ainda assim farto
Estou triste tão triste
E o lugar mais frio do rio é o meu quarto
Estou triste tão triste
Estou muito triste
Por que será que
Hei Menina

Dia dia diaaaaaa, hei hei vem menina
Dia dia diaaaaaa, vem menina... 

Hei minina, hei minina
Ele é o o sul da mina (4x)

Dia dia
Hoje é o primeiro dia
Do resto da sua vida
E da minha também

E então
Sente no meu colo
Ê-ô, ê-ô
Ê-ô, ê-ô
É bom pra ioiô
É bom pra iaiá

O afoxé é da gente
Foi de quem quis
É de quem quiser
Sair do Pé do Caboclo
Até a Praça da
Mas ligados no mesmo destino
Um amor feito eu e você

O céu e o mar
A lua e a estrela
O branco e o preto
Tudo se completa de algum jeito
Homem e