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Numa dormente insónia
Preparas a tua glória
Em que noite te perdes
Cede o vento ao teu passo
No compasso que há em ti
Numa dormente insónia
Quebrando paradigma para não ficar dormente
Diante do enigma ou mero acidente
Nossa força é digna, é o elo da corrente
Nossa força é digna, é o
Quebrando paradigma para não ficar dormente
Diante do enigma ou mero acidente
Nossa força é digna, é o elo da corrente

Sorte
Na disposição
Eu não alimento nada duvidoso
Eu não dou de comer a cachorro raivoso
Eu não morro de raiva
Eu não mordo no nervo dormente

Eu posso até não
sobrevoam sem ruído o seu rochedo 
De tanta vaga e espuma já dormente 
Enquanto o sol que brilha novamente 
Lá beija a areia toda já sem medo 

Fui ver 
Fui
dormente
Espera um bem querer

E sei que não será surpresa
Se o futuro me trouxer
O passado de volta
Num semblante de mulher

O passado de volta
Num
de boi morrendo
Secura do solo embaixo do sol que arde
Quentura de fim de tarde
Da gente misturada ecoa os risos
dos alegres, dos dormentes, dos
de noites ao vento
De dias estranhos, de vozes dormentes
Em pouco tempo, em outro mundo
Mudei o compasso de quase tudo

Pelo teu caminho
Pelo teu
Quando a sua mão tocava a minha
Não parecia isso tudo
Eu só sentia a minha pele
Dormente de tanto tocar

Quando a sua língua eu mastigava
Não
tempo vai passar
E não vai demorar
Isso ainda é tão pouco diante do horizonte

Verbaliza no limite dos pés
Tão dormentes
Tão cansados de correr

Nem me
Dá-me uma batida
Sofrida
Que eu danço contigo
Ao ritmo da vida
Limão ou lima
Na aguardente
Não quero ser gente
Esta gente não sente
Dormente 
Perdi
Tens a vida á tua frente
Disse-te por seres criança
E eu andei cego e dormente
Vivia a perder a esperança

Esperei tirar tudo a limpo
Desfiar o
não existe mais

Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra de ninguém
E sei que devo resistir
Eu tenho a espada
não existe mais

Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra de ninguém
E sei que devo resistir
Eu tenho a espada
que é muito ruim.
Meu sangue quente. Não sinto dor.
A mão dormente não sente o próprio suor.
Meu raciocínio fica meio devagar.
Quem me fodeu?
Eu
Toma aí
Toma aí

Ritmo cadente que balança o corpo e relaxa a mente
Envolvente o bagulho é quente
Quando baixa o farol e deixa dormente
Pode
batente
O bíceps dormente, a mão cheia de calo
Treme, não aguenta um lápis, no fundão de São Paulo (puts)
Se a alma rebelde se quer domesticar
Menina
tomar
O braço ta dormente, agora vê se aguenta
O braço vai crescendo, a agressividade aumenta

O organismo rejeita, mas o moleque aceita
Aliança
ninguém.

Sangue,
Ardente,
Fermenta e torna aos 
Dedos de papel.
Luz,
Dormente,
Suavemente pinta o teu rosto a
pincel.
Largo a espera,
E sigo o
sal
Soltei um peido aqui em cima
Que cheirou tudo foi esse Thiago Lacerda aqui
Que está fedido o ambiente meus dedos estão dormentes
Pelo amor de
Senta aí, sente a vibe, sente a batida
Não a desse som mas a da tua vida
Andas a viver com o cérebro dormente
Baza com o puto para um nível
certeza, dizer-me que sim e o que sente
Eu só quero você e que você me queira

Fogo frio, neve quente, venham me queimar
Calafrio, mão dormente
Quero te
esfriar
Quem manda é a mente, quem vai controlar
O corpo dormente, deixa rolar
virá
Sem se anunciar
Sequer vai revelar os dentes
Quando o [cinto ?] vier
Bicho, homem qualquer
Coração quase que dormente
Frente às multidões

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